Trace Music Awards: Davido e Rema brilham numa cerimónia que os angolanos viram através do Zap Viva

Com o sentimento de missão cumprida, o canal ZAP Viva transmitiu a gala de premiação do Trace Awards, na qual Davido e Rema foram os principais destaques, em Kigali, no último sábado, 21 de Outubro de 2023.

Eis os resultados globais:

Davido levou para casa os prémios de Melhor Artista Masculino e partilhou a Melhor Colaboração com Musa Keys, da África do Sul, por “Unavailable”. Rema venceu nas categorias de Artista Africano Global e Canção do Ano, com “Calm Down”. “Love Damini”, de Burna Boy, arrecadou o prémio de Melhor Álbum e Vivian Chidid recebeu os aplausos de Melhor Artista Feminina.

O Melhor Artista – África Oriental foi ganho por Diamond Platnumz, enquanto o herói local ruandês Bruce Melodie triunfou na categoria de Melhor Artista Ruandês.

Didi B levou para casa a prata para a Costa do Marfim como Melhor Artista de África – Francófona, enquanto os seus compatriotas KS Bloom e Tam Sir venceram nas categorias de Melhor Artista Gospel e Melhor Produtor, respectivamente.

Lisandro Cuxi foi nomeado Melhor Artista de África – Lusófona. Reconhecendo a sua longa e histórica carreira musical, o nigeriano 2Face levou para casa o prémio de Lifetime Achievement.

Rutshelle Guillance foi nomeada Melhor Artista – Caraíbas, enquanto Goulam triunfou como Melhor Artista – Oceano Índico e Dystinct ganhou o prémio de Melhor Artista – Norte de África. O êxito de Yemi Alade, “Baddie”, levou para casa o prémio de Melhor Vídeo.

Davido levou para casa os prémios de Melhor Artista Masculino e partilhou a Melhor Colaboração com Musa Keys, da África do Sul, por “Unavailable”. (DR)

O músico e empresário Mr Eazi recebeu um prémio especial ChangeMarker pelo seu trabalho filantrópico.
Olhando mais para norte, o rapper britânico Central Cee triunfou como Melhor Artista – Reino Unido, enquanto Tayc levou para casa o troféu de Melhor Artista – França e Bélgica. Ludmilla recebeu o troféu de Melhor Artista – Brasil, e Michael Brun, do Haitia, foi nomeado melhor DJi.

Concorrendo em 26 categorias de prémios estavam artistas africanos e de inspiração afro de mais de trinta países de África, América do Sul, Caraíbas, Oceano Índico e Europa.

Todos os nomeados e artistas presentes nos Prémios Trace sublinharam exatamente porque é que a música contemporânea africana se tornou um fenómeno global. Felicitamos todos os nomeados, vencedores e artistas pelas suas realizações e por demonstrarem o seu talento, imaginação e criatividade a um público global”.

Na noite, a BK Arena vibrou ao som de ritmos e vibrações contemporâneos de toda a África e da diáspora africana. Os destaques do espetáculo principal incluíram colaborações entre artistas de diferentes nacionalidades e géneros musicais.

Liderados pela lenda do Afrobeat D’Banj e pela supermodelo angolana Maria Borges, os Prémios Trace contaram com actuações e colaborações de mais de 50 estrelas.

Os Prémios revelaram a excelência e a diversidade da música afro-cêntrica em géneros como o Afrobeat, Dancehall, Hip Hop, Afro-pop, Mbalax, Amapiano, Zouk, Kizomba, Genge, Coupé Décalé, Bongo Flava, Soukous, Gospel, Rap, Rai, Kompa, R&B e Rumba.

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