CASO IURD: Os que acharam que o Estado é analfabeto perderam a cabeça

Desde o dia 25 deste mês, venho observando o meu nome constar nos sites de Garcia Mussa em que, por possível orientação da famosa ala angolana, liderada por bispo Valente Bezerra Luís, veiculam informações repletas de inverdades, e, como prova dessas inverdades, decidiram fazer das suas, sem mesmo terem a coragem de assinar os textos.

Por: Isidro Kangandjo

Eu, particularmente, não estou preocupado com o que dizem sobre mim, pois é o que digo “o que não faz parte de mim, não me pode assustar”, e a opinião que aqui apresento é propositada, numa altura em que a turma do bispo Valente Bezerra Luís e o advogado dos casos perdidos (David Mendes) decidiu instruir e partilhar conteúdos nas redes sociais.

Não respondo a mensagens anónimas pois sou alguém sério.

Primeiro: eu não tenho tempo para me divertir com os dementes, ladrões de projectos e com elementos que estão fora das suas faculdades mentais.

Segundo: não tenho tempo para desperdiçar, porque os lamentos vêm de grupos que estão conscientes dos erros que cometeram, os tais que acharam que o Estado é composto por analfabetos ao criarem peças judiciárias que nada valeram. “Acho mesmo que o porco deve continuar a sujar-se porque esta é a sua natureza”.

Terceiro: o Isidro não é um falso jornalista e, talvez, este vosso recrutamento de elementos com histórico de mercenarismo tem-vos confundido. Só para sublinhar, eu tenho nome, rosto, identidade e o número da minha credencial da Comissão de Carteira e Ética é 2449. Quem estiver com dúvidas, convido-o a chegar diante da CCE para confirmar as minhas credenciais e, consequentemente, desafio-o a solicitar os dados do vosso papagaio Garcia Mussa que, para vos agradar e apaixonado pela logos do Factos Diários, decidiu colocar nos Fleyar.

Quarto: que o senhor bispo Valente Bezerra Luís, David Mendes e companheiros tenham a paciência de assistir o sabor da vitória e entender que “não se rouba o que é do outro”.

Os adultos não brincam com coisas sérias, por isso, seria bom que, dentro de vários assuntos que vão buscando, tivessem, pelo menos, um local, um áudio ou mesmo um comprovante.

O PECADO QUE BISPO VALENTE BEZERRA LUÍS E A SUA EQUIPA PODERÃO CARREGAR PARA ETERNIDADE

Se alguém, por exemplo, questionar-se sobre quem terá orientado a consagração do pastor Valente Bezerra para o bispado, indubitavelmente, a resposta será “Edir Massado”. Continuando, questionar ao bispo quem fundou a Igreja Universal do Reino de Deus, de certeza, se o bispo não abster-se da honestidade, a sua resposta será Bispo Edir Macedo, e se se lhe questionar sobre a origem desta igreja, a resposta será “Brasil”.

Mas, mesmo assim, é o mesmo grupo que tece acusações ao fundador da Igreja, que lhe deu o poder, crucificam-no, como se os integrantes do grupo fossem filhos de Judas.

Tencionam apropriar-se da marca IURD, para rotular a ala angolana. Será que vocês já analisaram onde podem chegar se, por ventura, alguém quiser apropriar-se da marca da sua empresa ou organização filantrópica? Tem-se dito “jindungo no olho do outro é refresco”.

Alguém se questionou por que razão não denunciaram os supostos crimes e criaram as suas próprias denominações religiosas conforme acontece com o caso de outras Igrejas?

Se estão dentro das vossas faculdades mentais, já matutaram sobre se existem no nosso país da Igreja Católica em Angola, Igreja do Sétimo dia em Angola ou ainda Igreja Mundial do Poder de Deus em Angola? Se a resposta for NÃO, por que razão precisam angolanizar a IURD? Qual é a principal motivação?
A vossa maldição vai chegar e estarei aqui para sorrir a queda daqueles que usaram as nádegas para pensar ao invés da cabeça.

Quem se rebela não serve para ser um bom cidadão muito menos confiá-lo como líder de um grupo de pessoas. É capaz de criar um grupo de rebeldes e provocar instabilidade social.

Se vocês são profissionais e académicos, por que, diante de assunto sério, recrutam papagaios com missões de criar falsas informações e, desavergonhados, partilham-nas? Isso só é possível quando se pensa com as nádegas!

Como sei que a verdade vence sempre, estou aqui aguardando o fim da ganância, até lá, lembrem-se do pronunciamento do juiz Tutri António, da 4ª Secção dos Crimes Comuns do Tribunal de Luanda, que determinou que os templos, o património e as contas bancárias bloqueadas da igreja deverão ser devolvidos à sua legítima direcção.

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