Angola no Top dos Países mais fácies de conseguir sexo

Um Site de Notícias americano, especializado em mapas estatísticos, o portal Target Map gerou polêmica nas redes sociais de diversos países ao criar uma escala sobre “as mulheres mais fáceis para se conseguir sexo” ao redor do mundo.

A escala, de zero a cinco, coloca as cidadãs angolanas no topo do mapa, considerando-as como “muito fáceis para se conseguir sexo”, ao lado de outras nacionalidades como Camarões, Moçambique, Zimbábue, Gana, Zâmbia e República Democrática do Congo, sendo que, na América Latina as peruanas e bolivianas são apontadas como também como “muito fáceis”.

Club de garotas de programas, ‘As Coleguinhas’, em Luanda. (DR)

As brasileiras são consideradas como “fáceis para se conseguir sexo”, ao lado de outras nacionalidades como mexicanas, colombianas, sul-africanas, polonesas, russas e chinesas.

A maior parte das europeias foram consideradas “de dificuldade normal para se conseguir sexo”, sendo que, desta lista o destaque recai para as suecas, britânicas, portuguesas, francesas, holandesas, suíças e alemãs. Outras nacionalidades como americanas, canadianas, australianas, chilenas, indianas, japonesas e sul-coreanas foram enquadradas no mesmo escalão.

Como “mulheres difíceis para se conseguir sexo” apareceram as espanholas, italianas, argentinas, norte-coreanas e outras de países islâmicos, como turcas, líbias, afegãs e paquistanesas.

Club de garotas de programas, ‘As Coleguinhas’, em Luanda. (DR)

Mulheres mais ‘difíceis’

Segundo o site, as “mulheres muito difíceis para se conseguir sexo” são naturais de países árabes, como Egipto, Arábia Saudita, Irão, Síria e Iraque, além do Sri Lanka, nação localizada próxima à Índia.

Club de garotas de programas, ‘As Coleguinhas’, em Luanda. (DR)

Como fontes para o ranking são citados os escritores americanos Nicholas Jack e Daryush Valizadeh, mais conhecido como “Roosh V”, que escreveram livros sobre “como seduzir mulheres ao redor do mundo”.

Apesar de considerado machista, generalista e acusado de retratar mulheres como objectos, o mapa, publicado em Outubro, ainda não foi retirado do ar e é uma das páginas mais acessadas do portal.

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